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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Como o Casamento Deveria Ser

Por Anthony M. Ludovici


Ao escolher um companheiro, uma das primeiras questões consideradas é; meu companheiro deve ser igual ou diferente de mim?

O que nós realmente encontramos os amantes fazendo quando eles desejam primeiramente convencer um ao outro de que amam, sem, no entanto, proferir as palavras fatais? Será que eles não sujeitam o outro a um exame rigoroso em relação a todos os seus hábitos da mente e do corpo, desde a literatura até o tipo de comida que cada um prefere?

‘Você gosta disso? Eu também!’ Esse é o incessante refrão alegre das primeiras conversas ardentes, quando cada um está secretamente desejando dizer ao outro que a chama do amor já foi acesa.

‘Que divertido, você gosta de comer casca de laranja! Eu também! Que estranho! Você gosta do Sankhayana-Brahmanas? Eu também!’ Etc.

Todos nós já tivemos tais conversas. Todos nós já mentimos sem escrúpulos na tentativa de manter os dois gostos absolutamente idênticos. E todos nós já ruborizamos no final, quando tornou-se claro para ambos que não havia um único ponto, exceto, talvez, no melhor material para calções, em que diferíamos.

O que isso significa? É muito profundo e muito inconsciente, porque todo mundo faz isso. Mesmo aqueles que conscientemente acreditam em casar com o oposto. Será que isso significa que há um instinto primitivo nos homens, assim como existe nos animais, de escolher seu semelhante e se alegrar quando ele for encontrado? E não é que toda essa catequização sobre gostos indica que também há um desejo de ter a certeza de que o instinto foi gratificado?

Os leitores podem objetar que isso é uma questão de pura cautela para determinar os gostos de uma pessoa com quem você talvez tenha que conviver. Mas é muito mais do que isso. Não é um exame para descobrir os gostos do parceiro em potencial. Isso é apenas incidental. É a expressão de um desejo de demonstrar que não importa se os gostos do parceiro em potencial são compartilhados com ele ou ela. Não é uma investigação na qual os gostos são aprovados ou reprovados, mas sim onde apenas a semelhança de gostos é aprovada. É o resultado de um motivo inconsciente, e não consciente. Porque muitas vezes, repito, aquele que se entrega a tal interrogatório, no próximo fôlego irá consciente e estupidamente declarar que não acredita na conveniência de gostos semelhantes em cônjuges e acha que a vida seria muito sem graça se todos pensassem igualmente , e assim por diante — de fato, a tagarelice habitual das condições sociais democráticas, discutidoras e inquietas. 

Presumo que este fogo do interrogatório, com a alegria que acompanha todas as provas de semelhança, é uma indicação de que sob o insalubre verniz democrático há um impulso natural que possuímos em comum com os animais, de buscar o nosso semelhante. E mesmo quando somos suficientemente equivocados para escolher um parceiro que é o nosso oposto, tentamos, pelo menos em espírito, estabelecer uma identidade de gostos e matriz comum. (A Escolha de um Companheiro, p. 43-4)

* * *

O que é a convicção mais íntima de um homem ou mulher que diz que se deve escolher o oposto?

Se a declaração é deliberada, e não dita de brincadeira, ou por meio de uma etiqueta popular impensadamente repetida, isso não indicaria um desejo de correção? Quer dizer, para a correção das próprias ações ou qualidades individuais, tanto físicas quanto psicológicas? E onde há um desejo para a correção, pode não haver desprezo por si mesmo, sentimentos de inferioridade — de fato, dúvidas quanto à conveniência de um modo geral?

Uma criatura orgulhosa das desejáveis ​​características adquiridas através de suas ações não procura um oposto, uma correção, pois seus filhos poderiam anular ou adulterar o seu objeto de orgulho. Por que deveria? De fato, como veremos em breve, parece ser um instinto enraizado em todos os animais sadios e nas raças humanas, para segregarem e se manterem distantes a partir do momento em que se distinguem do resto pela aquisição.

Somente o doentio, aquele que despreza a si mesmo, tem o instinto de solicitar uma correcção ou modificação no casamento. Daí provém, possivelmente, a popularidade da ideia de companheiros desiguais nos tempos degenerados. Essas pessoas, também, que sentem que estão muito deslocadas da média das pessoas ou da sua nação, e estão conscientes de serem estranhas, tenderão a procurar por meios de modificar suas excentricidades nos seus filhos ao escolher um companheiro que exibe características contrárias às suas próprias.

A pessoa mediana saudável, no entanto, tende a procurar um par igual e evitar o oposto, não apenas por instinto, mas conscientemente por um desejo de preservar sua qualidades conquistadas. Essa pessoa busca seu igual, além disso, porque se ele é um observador inteligente dos seus companheiros, sabe que há razões suficientes para discórdia no casamento sem multiplicá-las indevidamente pela seleção de um companheiro que, por morfologia e temperamento (ou seja, por fundamentos insuperáveis e não modificáveis​​), discordaria dele em centenas de coisas.

Aqueles que, neste contexto, argumentam que a vida é interessante pelas divergências, são românticos sem qualquer conhecimento da luz cruel que a intimidade derrama sobre a menor divergência do parceiro, e da exasperação que tais divergências costumam causar.

A vida de casado não é uma vida parlamentar. Não é uma instituição para desviar a nação com suas brigas. Debates e diferenças de opinião, especialmente aqueles baseados em diferenças psicofísicas, não costumam conduzir a muito entretenimento ou alegria na vida conjugal. É importante, portanto, além de quaisquer razões biológicas que podem ser apresentadas a seguir e apenas por causa da paz e durabilidade do afeto mútuo, escolher um parceiro igual para o relacionamento, embora isso possa parecer impopular nestes dias anárquicos e democráticos. (A Escolha de um Companheiro, p. 45-6)

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... Acho que esse costume a priori — na medida em que é harmonia social e ordem, saudável e duradouro — deve ser o produto de um homem ordenado, harmonioso e saudável.  E se eu voltar meus olhos do caos social de hoje para as origens das culturas mais harmoniosas e saudáveis​​, suponho sem inquérito que as pessoas que criaram essas culturas deveriam ser diferente de nós pelo menos no seguinte: elas eram harmoniosamente constituídas e vigorosamente saudáveis. Elas eram bonitas, harmoniosas e saudáveis; consequentemente, suas criações não deixavam de ser bonitas, harmoniosas e saudáveis.

Passando agora dessas conclusões a priori aos fatos, o que encontramos? Nós encontramos não apenas que essas culturas antigas eram realmente muito harmoniosas, mas também que seu vigor e poder devem ter sido muito grandes, por isso nossa cultura deve o pouco de beleza, harmonia e saúde que possui inteiramente a elas.

Um fato ainda mais interessante é que todas essas culturas surgiram em áreas naturalmente ou artificialmente confinadas, onde a tolerabilidade, a fraternidade universal da humanidade, o internacionalismo, o amor ao próximo e outras formas de declamações eram completamente desconhecidas. Encontramos essas culturas originalmente em ilhas como Creta e Japão; penínsulas como a Índia, Grécia e Itália; áreas naturalmente fechadas, como o Peru, a Mesopotâmia e o Egito e áreas artificialmente fechadas como a China e a antiga Palestina.

Além disso, sabemos que onde a relação com o mundo exterior, com o vizinho, é restringida, as pessoas isoladas são condenadas à endogamia — isto é, de qualquer modo, a uma forma de relação que une dois iguais. Nas únicas culturas que deixaram uma marca permanente no mundo encontramos, no entanto, não apenas a consanguinidade, mas também uma forte tendência consciente a manter distância e segregar. E isso causou, além de uma fronteira de preconceito e desconfiança entre a nação isolada e o mundo exterior, uma série de fronteiras dentro da própria nação, dividindo classes e castas, de modo que dentro da massa endogâmica, classes endogâmicas menores foram formadas. 

Era assim entre os egípcios, judeus, hindus e peruanos. Em todos esses casos, foi um instinto inconsciente de separar, ou um orgulho consciente de raça e de casta, que causou a segregação. O mesmo parece ter procedido entre os antigos habitantes das ilhas britânicas e seus invasores germânicos... Entre os principais povos responsáveis ​​pela nossa civilização — egípcios, judeus, gregos e saxões — a aversão ao estrangeiro era tão grande que, em alguns casos, sua própria palavra ao estrangeiro era uma palavra de opróbrio. E cada um desses povos não eram apenas endogâmicos, mas também incestuosos. (A Escolha de um Companheiro, p. 51-5)

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Aqueles que afirmam que as raças que são o resultado de um cruzamento, ou de vários cruzamentos, geralmente são superiores, pertencem também a essa parte do mundo moderno que, obcecada com o erro de que a consanguinidade é per se deletéria, imprudentemente assume que a exogamia ou reprodução mista deve ser necessariamente vantajosa.

Para dizer a verdade, todavia,... não há virtude essencial na reprodução mista. Essas qualidades desejáveis ​​ainda não presentes nas ações parentais não são suscetíveis de serem criadas por qualquer quantia de cruzamento ou recruzamento, enquanto aquelas que são, devem ser suscetíveis à atenuação e diluição. Mesmo quando a heterose produz qualidades favoráveis​​, é preciso lembrar que não são espontaneamente criadas pelo simples ato de cruzar apenas dois seres puros. Elas são apenas intensificações de qualidades pré-existentes.

Ninguém diria que os incessantes cruzamentos entre inúmeras raças que vêm acontecendo no Levante ou na América do Sul, desde que os antigos gregos e peruanos deixaram de existir, produziram nada assim tão desejável quanto esses dois povos puros produziam. Ninguém diria que a moderna América do Norte, com sua miscelânea de raças, é superior ao antigo Egito puro. Nem ninguém em sã consciência jamais esperaria algo como a grandeza dos Estados Unidos que o Egito é conhecido por ter alcançado.

Não pode, portanto, haver qualquer virtude no cruzamento per se, e aqueles que alegam que há virtude, falam sem autoridade e em contradição com os fatos reunidos. (A Escolha de um Companheiro, p. 118)



O Filósofo Perdido: O Melhor de Anthony M. Ludovici, ed. John V. Day (Berkeley, Cal.: ETSF, 2003)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Desvirilização

"Enfraquecimento dos valores de coragem e virilidade, em proveito de valores feministas, xenófilos, homófilos e humanitários. A ideologia ocidental hegemônica executa esta desvirilização dos europeus, à qual não sucumbem os colonos alógenos chamados 'imigrantes'. A homofilia atual, como a vaga feminista da falsa emancipação da mulher, a rejeição ideológica da família numerosa em proveito do casal nuclear instável, a queda da natalidade, a valorização espetacular do Negro ou do Árabe, a apologia constante da mestiçagem, a recusa do valor guerreiro, o ódio a toda a estética de força e de poder, assim como a cobardia generalizada, são traços dessa desvirilização.

Confrontados com o Islão que preconiza todos os valores de virilidade conquistadora, os europeus encontram-se moralmente desarmados e complexados. Toda a concepção do mundo contemporâneo, quer venha do legislador, do ensino público, do episcopado ou da imprensa, dedica-se a culpabilizar a noção de virilidade, associada a uma 'brutalidade fascista'. A desvirilização seria um sinal de civilidade, de hábitos refinados, que é um discurso paradoxal por parte de uma sociedade que naufraga além disso no primitivismo e na violência.

A desvirilização, que é igualmente ligada ao individualismo narcisista e à perda do sentido comunitário, paralisa toda a reação contra os meios dos colonizadores procedentes da imigração e do partido colaboracionista. Explica a fraqueza da repressão contra a delinquência imigrante, a ausência de solidariedade étnica dos europeus face aos alógenos e o 'medo' patológico que sentem perante eles. Além disso, a noção de 'virilidade' não deve em qualquer caso confundir-se com a de 'machismo' nem com a estúpida reivindicação de um qualquer 'privilégio social masculino'. No seu comportamento quotidiano, muitas mulheres se mostram mais 'viris' que alguns homens. A virilidade de um homem é a condição da sua manutenção na História." 
(Guillaume Faye) 


sábado, 29 de dezembro de 2012

O Que é Misandria e Anti-Misandria?





Misandria é o ódio ou desprezo dirigido ao sexo masculino (homens ou meninos). A palavra vem do grego misos (μῖσος, "ódio") e anēr, andros (ἀνήρ, caso genitivo ἀνδρός; "homem"). É paralelo à misoginia, o ódio para com o sexo feminino. Misandria é o antônimo de filandria, que é o apreço, admiração ou amor aos homens.

Os adeptos da misandria podem ser tanto homens como mulheres, mas na maioria são mulheres adeptas do feminismo. Anti-misandria é, portanto, o esforço que é feito de modo a remover a misandria da sociedade e da cultura.
Como exemplo claro de misandria é bem lembrado o manifesto SCUM, livro de Valerie Solanas, feminista radical que atirou contra Andy Warhol em 1968. Quanto ao significado de SCUM o mesmo quer dizer 'Society for Cutting Up Men'. Ou seja, um apelo ao generocídio, a eliminação do homem. De modo literal, Sonalas expressou o desejo de "destruir o sexo masculino".

Para começar, uma forma de combater a misandria é rejeitar essa ideologia como "estilo de vida". 

Há muitos anos atrás o respeito era uma via de dois sentidos. Hoje em dia o respeito é uma via com um só sentido onde aos homens é exigido que respeitem as mulheres - mesmo aquelas que não merecem e nem tentam merecer - ao mesmo tempo que o desrespeito ao homem é aceito,esperado.
Exigir o merecimento das mulheres para que assim obtenham o devido respeito do sexo masculino, como costumava ser antigamente, é fator contribuinte no combate à essa ideologia, uma vez que graças ao feminismo, o tempo do respeito automático pelo "sexo fraco" acabou.

Como pode ser observado através dos meios de informação a misandria é ensinada como algo normal e aceitável - elucidada de modo claro ou sutil em um ou outro momento, colocando como estereótipo do homem uma imagem negativa: são intimidadores,abusivos, ignorantes; enquanto as mulheres se mostram inteligentes, sexy, bem-humoradas, numa posição de superioridade em relação ao sexo oposto - seja retratado em desenhos animados, programas de televisão, filmes, etc.

De fato, a destruição da família fomentada pela marginalização da figura paterna serve aos interesses dos governos uma vez que, com a figura paterna removida, o governo pode justificar o aumento de impostos como forma de "tomar conta" das mães solteiras.

O que os governos não dizem é que, muitas vezes, são suas próprias políticas que criam condições para o aumento das mães solteiras. A destruição da instituição do casamento, a normalização de comportamentos sexuais auto-destrutivos e a legalização da matança de bebés intra-uterinos (tudo com o apoio do mesmo) são medidas que, a longo prazo, aumentam o poder do governo mas fragilizam os relacionamentos.

O feminismo é uma ferramenta útil para os governos que tenham planos para tomar conta de toda a sociedade de forma opressiva. Ambos positivamente se aliam na criação de projetos com teor anti-homem.

Por isso que para se lutar contra o que essas ideologias despejam sobre nossa sociedade é importante cortar o seu financiamento. Sem dinheiro, o feminismo vai se tornar em algo análogo aos movimentos marginais: largamente e felizmente sem grandes hipóteses de serem aceitos pela sociedade.

Modificado a partir do blog Marxismo Cultural 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Virtudes Masculinas e Femininas




A ideia patriarcal torna os fatos biológicos significantes. Note-se que as considerações sobre as naturezas sexuais são de essência em vez de empíricos (…)

Em sociedades que aceitam a ideia patriarcal, homem e mulher não são apenas dados biológicos, são ideais a que devemos aspirar. Dizer que alguém encarna o ideal é um grande elogio («que mulher!», «é um homem a sério!»). Tanto a masculinidade como a feminilidade têm as suas virtudes características. A virtude masculina é chamada cavalheirismo. É a virtude de quem internalizou o ethos do protetor. Coragem perante o perigo, valor na batalha, clemência para com os vencidos, cortesia com as mulheres, gentileza com as crianças, piedade com os idosos – estas são as qualidades do homem cavalheiresco.

As feministas acusam muitas vezes o cavalheirismo de legitimar a agressividade masculina. Contudo, a agressividade masculina é um fato biológico que nos acompanhará quer o legitimemos ou não, a não ser que se planeie desvirilizar os homens através de condicionamento ou drogas (um caminho que pais e professores parecem, infelizmente, apostados em seguir).

O ideal do cavalheirismo enobrece esse dado biológico permitindo aos homens entendê-lo em termos de um dever moral. De fato, não há forma de explicar o horror da violência doméstica por parte das feministas sem invocar o cavalheirismo. Se os homens não têm quaisquer deveres especiais para com as mulheres, então por que é que é de alguma forma pior um homem bater numa mulher do que num homem mais fraco?
O cavalheirismo está intimamente relacionado com a coragem, mas a coragem em si é tanto uma virtude masculina como feminina. A virtude feminina da feminilidade é um tipo especial de coragem: a coragem de se permitir ficar vulnerável. Através da empatia que é característica da mulher, ela abre-se à dor dos outros. No casamento, ela sacrifica algumas das suas próprias defesas para que o seu marido possa assumir o seu papel. Na gravidez e no parto, ela oferece o seu próprio corpo para a sua criança, uma oferta que custou a muitas mulheres a vida.

Claro que cada natureza tem as suas deformações características, mas é sempre um erro grosseiro identificar algo com a sua deformação. O machismo é uma deformação do cavalheirismo para homens que esqueceram que o seu valor deve ser posto ao serviço dos fracos. A masculinidade do rufia é imperfeita. Similarmente, nunca devemos identificar a feminilidade com a vaidade feminina e a frivolidade. A masculinidade e a feminilidade são essencialmente virtudes relacionais. Dão forma a todas as nossas relações mais íntimas, que são sempre relações de dependência. É apenas nas relações muito superficiais que posso dizer que a relação não seria diferente se o meu parceiro fosse um homem em vez de uma mulher, ou vice-versa. É por isso que a vontade de eliminar as personalidades masculinas e femininas deve ser combatida. Uma pessoa andrógina teria em falta tanto a capacidade do homem como da mulher para a intimidade. Um homem que sacrifica a virtude masculina não adquire por isso virtude feminina. Nem uma mulher ganha virtude masculina perdendo a sua feminilidade. Um homem efeminado não é maternal e uma mulher maria-rapaz não é paternal.

Traduzido pelos camaradas do blog Legio Victrix