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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O Desenvolvimento Cerebral das Crianças é Ameaçado Pelos Químicos Industriais

A ameaça de produtos químicos industriais para o desenvolvimento neurológico das crianças, desde a etapa de gestação, dobrou nos últimos anos.

Um grupo de cientistas das universidades do Sul da Dinamarca, Harvard e do Hospital Mount Sinai, já haviam identificado em 2006 cinco produtos químicos industriais que podem afetar o cérebro: chumbo, metil mercúrio, bifenilos policlorados (encontrados em transformadores elétricos, motores e condensadores), arsênio (encontrada no solo e na água, bem como nos conservantes de madeira e pesticidas) e tolueno (usado no processamento da gasolina, bem como em solventes de tintas, esmaltes e bronzeadores), de acordo com a revista “Health Land”.

Ao revisar os estudos anteriores, os pesquisadores agora somaram outras substâncias perigosas, como o manganês, o flúor, clorpirifós, diclorodifeniltricloroetano (DDT), tetracloroetileno, éteres e difenil-polibromados.

O manganês, eles explicam, encontra-se na água e pode afetar o desempenho de crianças em matérias como a matemática ou causar hiperatividade elevada, enquanto que a exposição a altos níveis de flúor na água potável podem contribuir para uma queda média de sete pontos no QI. Os produtos químicos restantes, que se encontram em solventes e pesticidas, estão relacionados aos déficits no desenvolvimento social e no aumento das condutas agressivas.

Segundo os cientistas, o problema fundamental reside na suposição de que novos produtos químicos e novas tecnologias “são seguros até que se prove o contrário”, por isso apelam às autoridades para investigar minuciosamente os efeitos associados à exposição a essas substâncias.

Via RT

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Livros Infantis e a Agenda Feminista

Por Svetlana Smetanina


A pedido do Comité Parlamentar Europeu para os Direitos das Mulheres, os jardins infantis e as escolas podem passar a proibir livros e contos de fadas que caracterizam a família tradicional uma vez que, segundo o comité, os contos de fada têm que falar na "diversidade sexual". Peritos noruegueses acreditam que assistir pornografia pode ser bom para as crianças.

O Comité Parlamentar Europeu para os Direitos das Mulheres e Igualdade de Género preparou um relatório que apela à proibição de todos os livros escolares e livros de infantário que caracterizam a família tradicional onde o pai é o provedor e a mãe é a responsável pelas crianças. Segundo os autores do relatório, estes livros são maus para o futuro das crianças, especialmente para as meninas, e promovem padrões comportamentais inadequados. Futuramente, diz o relatório, estes livros podem impedi-las de construir uma carreira profissional.


As feministas revelaram preocupação com o facto das crianças estarem a ser confrontadas com "estereótipos de género negativos" desde a mais tenra idade  através da televisão e dos spots publicitários. (A palavra "negativos" presente no relatório é sinónima com "traditional".) Embora por enquanto se tenha decidido começar pelas escolas, segundo este mesmo relatório, a proibição poderá ser alargada para a televisão e para a publicidade.


Os autores do relatório recomendam medidas legislativas urgentes na área da literatura infantil, sugerindo em particular a introdução de uma política de "igualdade em todos os sectores." Um exemplo da literatura infantil alternativa é o livro com o nome "King and King", cuja capa tem a imagem de dois homens envolvidos num beijo. Segundo o relatório, isto ajudará as crianças a aprender mais sobre "a verdadeira diversidade sexual na sociedade."

Na verdade, tais medidas já foram levadas a cabo em alguns países, particularmente na Escandinávia, onde os países locais se consideram a vanguarda da democracia Ocidental. O "Pravda.Ru" reportou no passado a história dum produtor de brinquedos infantis que, antes do Natal, publicou um catálogo onde se poderiam ver meninas a disparar contra inimigos imaginários com armas de laser, e onde os rapazes foram caracterizados a brincar com bonecas.

Isto foi um requerimento da entidade reguladora da publicidade sueca que acusou o produtor de brinquedos de "sexismo" e "imposição de estereótipos de género negativos." Em 2010 os infantários noruegueses introduziram um programa sexual obrigatório que se focava nas minorias sexuais.


O relatório do Parlamento Europeu insistiu também que o homossexualismo deveria "ser ensinado nos jardins infantis como uma forma de experiência e conhecimento." Segundo os mesmos, isto alargará o conceito de "identidade de género" para as crianças.
 
A diversidade sexual deveria ser óbvia para as crianças; elas precisam de saber que é normal que os seus pais sejam gays ou lésbicas.

Por incrível que pareça, nem todos os pais estão dispostos a acreditar que isto seja "normal." Na Noruega, por exemplo, a comunidade muçulmana opôs-se de forma assertiva a tal educação nos jardins infantis, chegando a ameaçar retirar as suas crianças de tais instituições ou desenvolver esforços para erigir instituições alternativas.


Para os pais "sombrios", que não estão cientes das últimas tendências da "educação sexual" no mundo moderno, o maior jornal Norueguês, o VG Nett, publicou recentemente uma opinião de psicólogos e terapêutas do sexo que afirmaram que seria benéfico para as crianças assistir pornografia na internet. O psicólogo e pesquisador sexual Andres Lindskog afirmou:


Os pais não deveriam ter medo da sexualidade dos seus filhos. Por outro lado, do ponto de vista da saúde, é benéfico assistir pornografia [com os filhos] numa altura em que os pais e os filhos falam abertamente destes assuntos.

Lindskog comentava uma declaração recentemente emitida por um perito da organização "Save the Children", que expressou preocupação com o facto de cada vez mais as crianças e os adolescentes se tornarem viciados em sites pornográficos. Anders Lindskog está convencido de que não há qualquer tipo de vício, habituação ou dano nisto:


É importante que os pais entendam que as suas crianças nascem com sexualidade e seguem a sua biologia. As crianças têm os mesmos sentimentos que os adultos.

Depois disto, é de admirar que o número de casos de pedofilia esteja em crescimento na Noruega? A maior parte destes casos ocorrem dentro da família.

Há poucos dias atrás os jornais escreveram dum caso assim: um casal - marido e mulher - sujeitaram os seus três filhos (todos com menos de 10 anos) a violência e perversão sexual  durante anos. As crianças confirmaram a violência à polícia.

Mas isto não significa que o castigo será suficientemente severo. Na Noruega, a pedofilia é considerada uma doença e é listada no Registo Médico. Por esta razão, os pedófilos recebem penas curtas - que vão de alguns meses a alguns anos. Em alguns casos o castigo pode-se limitar apenas a uma multa. Afinal, os pais podem sempre dizer que practicaram uma "diversidade de relações sexuais."


Enquanto os europeus atuais ensinam isto para seus meninos...
 ...os muçulmanos ensinam isto.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dez Coisas Importantes Sobre o Ensino Doméstico



1 - O ensino doméstico é uma mudança de vida. Ele cria um crescimento pessoal para o pai e a criança. Você (o pai) terá uma segunda chance de voltar a descobrir o próprio gênio especial, enquanto ajuda seus filhos a descobrir o deles. Nada que você fará terá um efeito mais profundo na sua criança e na futura família do que o ensino doméstico.

2 - Você é qualificado para ensinar seus filhos em casa se você gosta de ler e passar o tempo com eles, explorar o mundo, adora vê-los aprendendo coisas novas e o mais importante, se você os ama.

3 - As crianças gostam de aprender. É tão natural para elas como respirar. Elas têm um desejo inato para explorar o mundo e examinar o que é interessante. Elas aprendem seguindo os seus interesses, e um interesse leva a outro. Essa é a maneira como todos nós aprendemos quando crianças e como adultos aprendemos depois que deixamos a escola. Famílias que adotam o ensino em casa aprendem juntas e sabem que aprender é um processo que dura ao longo da vida.

4 - O Ensino Doméstico é legal em todos os lugares dos Estados Unidos, mas as leis variam de estado para estado. As três categorias básicas para o ensino doméstico são: leis de educação em casa, leis de escolas particulares e leis de equivalência.

5 - Não leva de seis a oito horas para ensinar seu filho. A maioria do tempo que a criança gosta na escola consiste em espera. Projete um plano que funcione para sua família e esteja preparado para riscá-lo várias vezes antes de começar de novo. Não sacrifique a felicidade da sua família para "ensinar" seus filhos. Há várias maneiras de fazê-lo; ache a que funcione melhor para você e sua família.

6 - Seus filhos não se tornarão desajustados socialmente. As crianças não precisam ser socializadas em um grande grupo de crianças da mesma idade para se tornarem bem ajustados. Pelo contrário. A maioria dos pais quer que suas crianças aprendam suas graças sociais dos adultos, e não de outras crianças. Crianças que aprendem com suas famílias têm relacionamentos saudáveis com as pessoas de todas as idades, incluindo a nova mãe, o casal de aposentados que adora o jardim, seus amigos do balé e, os mais importantes, seus pais.

7 - Você não terá que ensinar álgebra, a menos que queira. Não é necessário ensinar álgebra antes dos dez anos. Quando o adolescente decide seguir uma carreira de ciências exatas, ou está pronto para explorar os requisitos de admissão da faculdade, juntos vocês poderão explorar os caminhos para aprender álgebra: em aulas comunitárias, com um tutor ou através de livros. Depois de anos usando a matemática em suas vidas diárias, os adolescentes estão bem equipados para ensinarem a si mesmos matemática em um nível superior.

8 - Você irá se questionar muito. Talvez várias vezes ao dia no início. Isso é normal. Encontre algum companheiro que também ensine os filhos em casa. Apoiem um ao outro. Perguntem se está tudo bem se sentirem que seus filhos não pareceram aprender alguma coisa em determinado dia.

9 - Você não precisa passar fome ou viver numa barraca para ensinar seus filhos. Milhares de famílias conseguem garantir o dinheiro e ensinam em casa, ao mesmo tempo. Enquanto você cria um negócio de família ou o emprego dos sonhos, ou reestrutura seu trabalho atual, seus filhos aprenderão a habilidade mais importante de todas: como ter a vida dos sonhos.

10 - Confie nos seus filhos. Eles aprenderam a amar, sorrir, engatinhar, andar, falar, correr, vestir-se e a entender o mundo antes de começar a escola, e eles vão continuar a crescer e aprender sem irem para escola.


sábado, 29 de dezembro de 2012

Crianças vs. Televisão: Relação Conflituosa

A chamada “babá-eletrônica” pode não ser tão eficiente como se pensa.

 
Não é novidade para nenhum de nós que hoje TV não é saudável para as crianças. Todos os dias as nossas crianças são alimentadas com todos os tipos de lixo que querem engolir suas cabeças jovens: personagens homossexuais, distorcendo histórias mitológicas, mentiras 'baseadas em fatos reais', influência ao consumismo, ao desapego da cultura, filmes de Hollywood... e a lista continua. É nosso dever proteger nossas crianças da má influência da TV e é necessário para exercer algum grau de supervisão sobre o que assistem.

Sempre é possível dizer algo de negativo sobre a televisão, principalmente sobre a qualidade. Novos estudos, entretanto, criticam o meio de comunicação devido aos seus efeitos sobre as crianças.
Controle (dos pais) remoto?
No relatório Remotely Controlled, publicado em outubro de 2005, o psicólogo Aric Sigman diz que pessoas de todas as idades deveriam diminuir o tempo em frente à TV, principalmente as crianças. O relatório aponta que a média de horas dedicadas à televisão é de quatro horas por pessoa na Inglaterra.

Já as crianças passam cerca de sete horas e meia assistindo televisão e ao computador, um aumento de 40% em dez anos.

Este crescimento causa problemas na educação escolar: “Os professores estão sob a pressão de chamar a atenção dos alunos por causa da exposição deles as imagens rápidas das telas. Eles estão enfrentando uma geração que encontra dificuldades em prestar a atenção e, consequentemente, em aprender. Além disso apresentam muito pouco autocontrole e comportamento anti-social”, afirmou o pesquisador.

TV no quarto
Outros dois estudos trataram do mesmo tema: crianças e televisão. Um deles, publicado em julho de 2005 pelo Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, concluiu que os pais devem ter bastante cuidado ao expor crianças em idade pré-escolar à TV. Não só: recomenda vivamente que os pais não permitam aos filhos possuir uma TV no quarto.

O segundo estudo, publicado pela Stanford University and Johns Hopkins Researchers analisou os resultados escolares de 350 crianças que possuem TV no quarto.

Os resultados mostraram que as crianças com TV no quarto obtiveram de sete a nove pontos abaixo dos seus colegas que não tinham o aparelho para si. Os testes abarcaram os temas matemática, artes e leitura.

Conclusão

Isso não significa que as crianças não devem ser autorizadas a assistir televisão, a questão não é tentar isolá-las, o ponto é que eles devem ser encorajados a assistir a programas que têm um conteúdo positivo e que pode adicionar a inteligência de uma criança: documentários, programas de ecologia, e assim por diante. A televisão deve ser uma ferramenta usada para promover os interesses positivos em nossas crianças. O mesmo se aplica a computadores e à Internet, exceto pelo fato de que neste caso é ainda pior. Internet pode ser útil e prejudicial: é possível encontrar todo o tipo de lixo on-line, as coisas que nossas crianças devem ficar longe. 

Os três estudos trazem uma mensagem clara: a TV pode ser o que ele é, ou seja, um entretenimento. Entretanto, quando começa a invadir a vida familiar de tal forma que se torna o único meio de diversão, pode ser um problema. Afinal, se entre brincar com os amigos ou estar com os familiares, a televisão é mais interessante, ou há um problema com os amigos e familiares ou com a criança.

Em qualquer caso, há sempre coisas melhores para as crianças a fazer do que ver televisão ou a navegar na rede: fazer exercícios, ler, brincar com os amigos, ler ou fazer actividades em conjunto com sua família. Um ambiente familiar saudável é a base para uma comunidade saudável.