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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A Arte de Howard David Johnson


Howard David Johnson (nascido em 2 de setembro de 1954) é um ilustrador e pintor amricano fotorrealista. Embora suas pinturas tenham uma veia realista e contemporânea, Johnson cria um mundo folclórico de personagens míticos.
Nascido em Munique, na Alemanha, filho de um oficial da Força Aérea americana, ele foi influenciado pela arte e cultura que conheceu durante uma viagem ao Mediterrâneo e à Europa Central. Começou sua vida como um artista ainda menino, em 1960.

Johnson ilustra para livros, revistas, jogos, filmes, programas de televisão e de computador para a National Geographic Society, Universidade de Cambridge e Universidade do Texas, Adobe Photoshop, PBS, Doubleday, Universal Studios e Paramount Studios, entre outros. Suas ilustrações para livros têm aparecido na maioria das livrarias na América e seus trabalhos têm sido publicados em livros didáticos e aparecem em bibliotecas de todo o mundo.

Seus temas principais são mitologia grega, celta e nórdica, lendas Arturianas e elementos de outras mitologias. Além disso, há artigos extensos sobre sua técnica e alguns de seus objetos de estudo em seu site oficial.
Um proponente de meios mecânicos para a arte visual, tais como fotografia, rastreamento, projeção e computadores, Johnson considera sua arte como um ramo moderno do estilo do velho Colégio Brandywine, iniciado por Howard Pyle. Além da mídia tradicional, ele combina desenho, pintura, fotografia e mídia digital para criar sua Arte Realista.

Johnson tem conhecimento em ciências naturais e história. Como um ilustrador comercial, Johnson não apenas utilizou o computador para criar arte “fantástica”, mas foi envolvido no desenvolvimento e publicidade dos programas de imagens para o Adobe Photoshop. Sua arte tradicional foi exposta no Museu Britânico, em Londres, em 1996. Seu trabalho digital também foi exibido em vários outros museus, tal como o Museu Metropolitano de Arte.

Fundou o Brandywine School of Illustrative Art em 1996 porque muitos artistas realistas do século XX foram treinados em um sistema educacional que ele acreditava ser “abertamente hostil ou indiferente à pintura Clássica e tradição da arte Realista, e que ensinam apenas os princípios da Abstração e Expressionismo”. 









 

















segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A Arte de Gustave Doré

Paul Gustave Doré foi um prolífico gravurista, artista, ilustrador e escultor, trabalhando principalmente talhando o aço e a madeira. Ele produziu mais de 100.000 desenhos, e viveu até os 50 anos de idade, com média de seis esboços para cada dia de sua vida. Até o momento em que morreu, ele ganhou mais de dois milhões de dólares, vivendo uma vida de fartura. Embora tenha sido um artista autodidata e destreinado, que nunca usou um modelo vivo, e que não conseguia esboçar a partir da natureza, seu trabalho é considerado um dos mais importantes em todo o mundo da arte da gravura.

Quando criança, o jovem Doré era um artista ávido, e seguiu seu caminho como ilustrador em uma livraria de Paris, publicando seus primeiros desenhos quando tinha 15 anos de idade. Sua tenra idade e grande talento chamaram muita atenção, o que levou jornais e revista escreverem artigos sobre a “criança ilustradora”, o que gerou mais interesse sobre o artista. Como ilustrador, Doré criou gravuras para os livros de Balzac, Rabelais, Milton, Dante, Edgar Allen Poe, e Lord Byron. Ele foi contratado para ilustrar uma versão da Bíblia em Inglês, que foi extremamente popular, permitindo a fundação da sua própria galeria, a Galeria Doré. Por seu trabalho no Inferno de Dante, ele foi condecorado com a Cruz da Legião de Honra.

Apesar de ter vivido uma vida rica de afluência, recebido muitas encomendas, e colhido os frutos do sucesso comercial, no final de sua vida, suas ilustrações começaram a receber comentários negativos. Ele raramente concluíu todas as obras com cores, levando à especulação de que ele era daltônico, e sua representação negativa do assunto fez com que suas obras ficassem difíceis de visualizar. Após a morte da sua mãe, que havia sido sua colega de quarto e companheira, ele perdeu a vontade de viver e morreu com cinquenta anos de idade.




















sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

'O Senhor dos Anéis' e 'O Hobbit' em Vitrais

J.R.R. Tolkien primeiramente conheceu Pauline Baynes, uma de suas ilustradoras favoritas, depois que ela enviou algumas das suas inteligentes reinterpretações da marginália do Saltério Luttrell, um manuscrito medieval iluminado. Tolkien ficou tão encantado pela obra de Baynes na arte medieval, que pediu a ela para ser a ilustradora substituta da sua fábula Agricultor Giles do Presunto, e então ela passou a ilustrar muitas cenas da Terra Média.

Logo então, o artista Jian Guo passou a representar as obras de Tolkien com um estilo de 'vitral' atualizado. Sua série colorida de ilustrações das aventuras de Bilbo Bolseiro e da Guerra do Anel capta o aspecto mitológico dos contos de Tolkien. Suas obras chamam a atenção pelos manuscritos iluminados, assim como as cores brilhantes dos vitrais.

A galeria deviantART de Guo mostra sua versatilidade; além dessas peças, ele também cria ilustrações realistas e fantásticas. Ele também representou cenas iluminadas dos Vingadores e do World of Warcraft.